Final do I Ato

Posted: 27 de outubro de 2012 by O Boss in
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Pois é!

Terminou a primeira parte... outras se seguirão! Que é o teatro? O sentimento que cada ator projeta no texto que interpreta, dando-lhe a voz, compondo uma personagem, criando uma atmosfera, um espaço, um tempo próprio... que faça evocar uma memória, uma imagem, um lugar, um tempo outro em cada pessoa que o vê... com afinidades, com disparidades, em comunhão ou em desacordo, coincidente ou não, num qualquer passado ou presente ou talvez num futuro...

Para este exercício final, algumas palavras-chave: 

  • visibilidade - cada um de nós tem a sua individualidade que deve ser respeitada, ouvida, vista, considerada... sem cada um de nós, ficaríamos todos muito mais pobres;
  • projeção e sustentação da voz - para sermos ouvidos, temos de nos fazer ouvir, resistir ao cansaço, superar as nossas limitações, perder os medos;
  • sentimento - procurar a paixão que nos impele a tornar um sonho em realidade.
Parabéns a todos...




Passemos agora ao II Ato...

Respiração, energia e leveza!

Posted: 22 de outubro de 2012 by O Boss in
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Desta vez, a ideia foi pegar naquelas músicas de ginásio (ideia de aquecimento que não sendo nova, já vinha a ser pedida há algum tempo): j-lo, pitbull, rihanna, britney (!), etc... e por toda a gente a fazer cardiofitness... passar algum tempo no ar, aos saltos com energia e aterrar com leveza... e também para ... respirar...

perceber como se processa a respiração, como respirar e começar a tratar da voz...







depois, foi experimentar tudo, com todos os ingredientes...

Assustador

Posted: 13 de outubro de 2012 by O Boss in
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Pois,

por vezes chega a ser assustador o volume de informação que temos de processar em cada segundo em palco...

postura, olhar, movimentação, posicionamento em relação aos outros, ocupação do espaço, visibilidade para o público, voz, entoação, ritmo, projeção, dicção, texto,...


daí a importância de todo um trabalho técnico que fica escondido do público, que apenas verá o produto final:
a autodisciplina, a concentração, o trabalho físico e vocal, a improvisação, a avaliação do trabalho realizado, enfim, o estabelecimento de uma rotina de ensaio, para não apanharmos sustos ao longo da construção e, depois, na apresentação da peça.


Mas o importante será mesmo começarmos por nos conhecer, criar laços e cumplicidades, aperfeiçoar as nossas capacidades, explorar e desenvolver a fisicalidade e o tom da nossa personagem, arriscar propostas de encenação e, pouco a pouco, perder o medo de ser assustadores... sim, porque no final, o que mais queremos é "conquistar o mundo".